Queria que viver o amor fosse assim tão fácil como descrevê-lo. Queria que os sentimentos fossem realmente essa coisa tão palpável e o coração não fosse esse grande músculo que independe da nossa vontade para continuar pulsando [ou não] e que não nos pede opinião quando simplesmente parece querer sair correndo do peito. É preciso mais que força para segurá-lo.
Mas no fim das contas, eu acabo não querendo, mesmo, de verdade, nada disso. Porque o bom mesmo nisso tudo é ganhar o presente, brilhar os olhos e ir abrindo o embrulho, sem a mínima idéia do que virá, mas que é bom só de imaginar.
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