Sabe saudade? Daquelas que apertam o peito, enchem os olhos de água e nos fazem repensar em todas as coisas que ocupam os dias que chamamos de nossos? Sabe aquela coisinha que incomoda e que aumenta a cada passo que se dá, a cada quilômetro que se percorre?
Pois é. Hoje eu sou Saudade, dona dela, parceira, companheira. A cadeira que me acompanha está vazia. Meu nome pode ser o mesmo, mas o sobrenome é um só: saudade.
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